Editorial: O privilégio de poder recomeçar

Saudar um novo ano é sempre um privilégio, ainda mais quando se pode olhar para trás e reavaliar o caminho que nos conduziu até o presente. Muitos foram os desafios, tanto no âmbito pessoal como no coletivo, eu diria que foram enfrentamentos (alguns deles), sem precedentes. O ano de 2016 me permitiu ver, através das pequenas coisas, como sou agraciado e com isso, tenho analisado com cuidado, de maneira holística, todas as ações que no decorrer do findado ano, foram executadas, e chego à conclusão de que, muitas delas eu poderia ter feito diferente. Porém, se errei, foi na intensão de querer acertar, reconheço que foi um ano para aprender e se reinventar, hoje, é possível ver com mais clareza. 
O ano que se inicia é uma página virada, novas oportunidades nos serão confiadas, e as experiência vivenciadas no ano anterior, servirá para podermos escrever uma nova história. Penso que, apesar de ser um novo ano, 2017 será uma continuidade, e é fato que 2016 foi um ano atípico, o mundo presenciou uma avalanche de eventos, que sem sombra de dúvidas afetaram a humanidade, seja no âmbito político, social e cultural, como também no meio econômico. 
Em uma breve retrospectiva, é possível fazer um apanhado das principais questões onde no início do ano, após as eleições federais, o Brasil presenciou às investigações da Lava Jato, que vitimou à prisão importantes nomes do cenário político, dentre eles, o ex-governador Sérgio Cabral. Com desfecho crítico para o PT, a nação brasileira assistiu o impeachment da Presidente Dilma Rousseff e as acusações contra o ex-presidente Lula. 
Presenciamos o afundamento do país, emergido em uma crise sem precedentes, com estados endividados desencadeando um alto índice de desemprego. Em meio a tudo isso, o Rio de Janeiro sediou um dos maiores eventos mundiais, a Olimpíadas, que por falta de uma gestão responsável, ajudou afundar ainda mais o estado. Tantas foram as questões, que o evento quase passou desapercebido. Sem falar no cenário mundial, onde  assistimos, após 50 anos, o fim do embargo econômico entre Cuba e Estados Unidos e a vitória de Donald Tump como presidente do pais americano, aliás, contrariando muitas projeções. 
As pessoas andam tão envolvidas com o dinamismo da informação imposta por uma mídia desconceituada, que passou transformar questões relevantes em meras banalidades e com isso, o que é importante tem ficado no esquecimento, é o caso da tragédia de Mariana, onde muitas vidas foram ceifadas; a epidemia de Zika e Chikungunya; o terremoto no Equador; os atentados que vitimaram centenas de pessoas, além dos vários acidente aéreos. É necessários rever nossas verdadeiras prioridades.
Em meio a este cenário, o Staecnon-RJ esteve atuando, cumprindo seu papel, trabalhando pela categoria, atuando e debatendo sobre questões importantes para o interesse do trabalhador, como a tensa negociação sobre Participação nos Lucros e Resultados para os funcionários da Cedae; a realização do 1º Seminário Nacional de Saneamento e do Coletivo Nacional de Saneamento, com a participação de grandes lideranças sindicais representando vários estados do Brasil; a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho para os funcionários da CEDAE, Águas do Paraíba e Odebrecht. Realizamos a eleição para escolher a nova diretoria do sindicato para o próximo quadriênio, com resultado positivo para chapa 01; e elegemos dois representantes para o conselho deliberativo da CAC.
Contra a privatização, o Staecnon-RJ lutou ativamente, em parceria com outros sindicatos, através de manifestações de grande repercussão, onde contamos com a presença dos companheiros do interior em quase sua totalidade; nos fizemos presente junto à ALERJ, formando parcerias e neutralizando as PEC ‘s abusivas que visavam jogar por terra inúmeras conquistas já garantidas. Fortalecemos o departamento Jurídico e buscamos percorremos as bases, aproximando os trabalhadores e estreitando a distância com o sindicato.
Não poderíamos deixar de mencionar as irreparáveis baixas, companheiros que caminharam conosco e que se foram, ficando eternizados em nossa memória. Também é verdade que tivemos muitas alegrias, exprimidas por meio de eventos anuais que ocorreram na sede do nosso sindicato tais como o Dia do Trabalhador e a festa realizada para nossos associados aposentados. 
Externo aqui, o meu muito obrigado a todos os companheiros, certo de que em 2017, continuaremos juntos, construindo parcerias pautadas na confiança mutua e crescente, vencendo os desafios com sabedoria e união.
 
João Marcos Andrade da Silva
Presidente do Staecnon

Saudar um novo ano é sempre um privilégio, ainda mais quando se pode olhar para trás e reavaliar o caminho que nos conduziu até o presente. Muitos foram os desafios, tanto no âmbito pessoal como no coletivo, eu diria que foram enfrentamentos (alguns deles), sem precedentes. O ano de 2016 me permitiu ver, através das pequenas coisas, como sou agraciado e com isso, tenho analisado com cuidado, de maneira holística, todas as ações que no decorrer do findado ano, foram executadas, e chego à conclusão de que, muitas delas eu poderia ter feito diferente. Porém, se errei, foi na intensão de querer acertar, reconheço que foi um ano para aprender e se reinventar, hoje, é possível ver com mais clareza.

O ano que se inicia é uma página virada, novas oportunidades nos serão confiadas, e as experiência vivenciadas no ano anterior, servirá para podermos escrever uma nova história. Penso que, apesar de ser um novo ano, 2017 será uma continuidade, e é fato que 2016 foi um ano atípico, o mundo presenciou uma avalanche de eventos, que sem sombra de dúvidas afetaram a humanidade, seja no âmbito político, social, cultural e econômico.

Em uma breve retrospectiva, é possível fazer um apanhado das principais questões onde no início do ano, após as eleições federais, o Brasil presenciou às investigações da Lava Jato, que vitimou à prisão importantes nomes do cenário político, dentre eles, o ex-governador Sérgio Cabral. Com desfecho crítico para o PT, a nação brasileira assistiu o impeachment da Presidente Dilma Rousseff e as acusações contra o ex-presidente Lula.

Presenciamos o afundamento do país, emergido em uma crise sem precedentes, com estados endividados desencadeando um alto índice de desemprego. Em meio a tudo isso, o Rio de Janeiro sediou um dos maiores eventos mundiais, a Olimpíadas, que por falta de uma gestão responsável, ajudou afundar ainda mais o estado. Tantas foram as questões, que o evento quase passou desapercebido. Sem falar no cenário mundial, onde  assistimos, após 50 anos, o fim do embargo econômico entre Cuba e Estados Unidos e a vitória de Donald Tump como presidente do pais americano.

As pessoas andam tão envolvidas com o dinamismo da informação imposta por uma mídia desconceituada, que passou transformar questões relevantes em meras banalidades e com isso, o que é importante tem ficado no esquecimento, é o caso da tragédia de Mariana, onde muitas vidas foram ceifadas; a epidemia de Zika e Chikungunya; o terremoto no Equador; os atentados que vitimaram centenas de pessoas, além dos vários acidente aéreos. É necessários rever nossas verdadeiras prioridades.

Em meio a este cenário, o Staecnon-RJ esteve atuando, cumprindo seu papel, trabalhando pela categoria, atuando e debatendo sobre questões importantes para o interesse do trabalhador, como a tensa negociação sobre Participação no Lucros e Resultados; a realização do 1º Seminário Nacional de Saneamento e do Coletivo Nacional de Saneamento, com a participação de grandes lideranças sindicais representando vários estados do Brasil; a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho para os funcionários da CEDAE, Águas do Paraíba e Odebrecht. Realizamos a eleição para escolher a nova diretoria do sindicato para o próximo quadriênio, com resultado positivo para chapa 01; e elegemos dois representantes para o conselho deliberativo da CAC.

Contra a privatização, o Staecnon-RJ lutou ativamente, em parceria com outros sindicatos, através de manifestações de grande repercussão, onde contamos com a presença dos companheiros do interior em quase sua totalidade, nos fizemos presente junto à ALERJ, formando parcerias e neutralizando as PEC ‘s abusivas que visavam jogar por terra inúmeras conquistas já garantidas. Fortalecemos o departamento Jurídico e buscamos percorremos as bases, aproximando os trabalhadores e estreitando a distância com o sindicato.

Não poderíamos deixar de mencionar as irreparáveis baixas, companheiros que caminharam conosco e que se foram, ficando eternizados em nossa memória. Também é verdade que tivemos muitas alegrias, exprimidas por meio de eventos anuais que ocorreram na sede do sindicato como o Dia do Trabalhador e a festa realizadas para nossos associados aposentados.

Externo aqui o meu muito obrigado a todos os companheiros, certo de que em 2017, continuaremos juntos, construindo parcerias pautadas na confiança mutua e crescente, vencendo os desafios com sabedoria e união.

 

João Marcos Andrade da Silva
Presidente do Staecnon

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