Sem avanço no ACT, sindicatos se fazem ouvir em reunião coletiva com a Cedae.

Foi realizada nesta quinta (18/07), após insistentes cobranças dos sindicatos, mais uma reunião entre lideranças sindicais e os representante da Cedae. O encontro objetivou dar continuidade a negociação do ACT 2019/2020, bem como deliberar sobre outros temas importantes.

Referente ao salário a Companhia não apresentou nenhuma proposta de aumento, porém, propôs reajustar os salários de maneira semelhante ao praticado no PLR, ou seja, um plano de remuneração variável, onde o salário do trabalhador somente será reajustado mediante a sua performance no trabalho, plano que foi rejeitado de imediato pelos sindicatos. 

Havia muita expectativa dos sindicatos e dos trabalhadores para que a Cedae reavaliasse as propostas oferecidas nas reuniões anteriores, evitando um possível dissídio coletivo, ainda assim, a Companhia além de não reavaliar, apresentou uma proposta que ao ver dos representantes dos trabalhadores, é extremamente desfavorável para categoria. Inclusive pelo fato da Cedae ser uma empresa superavitária, lucrando somente no último ano mais de 800 milhões através do trabalho duro de seus funcionários.

Outro tema importante discutido foi a mudança da escala de trabalho de 24x72 para 12x36. Apesar do Staecnon já ter conquistado juridicamente uma liminar para cessar a investida da empresa, esta tem ignorando e buscado meios para pressionar os trabalhadores a assinar o termo, inclusive com indícios de assédio moral. Na ocasião, foi solicitado pelos sindicatos o cessamento imediato da solicitação de mudança da escala e que os requerimentos assinados fossem revogados, inclusive solicitando a empresa que emita uma nota afirmando que não haverá mudança no regime de trabalho dos cedaeanos. 

Os representantes dos trabalhadores também sugeriram que a escala de trabalho 24x72 seja discutida no CPRH, conforme rege a Cláusula 49ª parágrafo 3º do ACT vigente, onde qualquer mudança nesse regime de trabalho dependeria deste comitê para ser aprovada ou não, além da reativação do Comitê de Segurança do Trabalho em função dos graves acidentes ocorridos nos últimos meses.
 

Sem avanço no ACT, sindicatos se fazem ouvir
em reunião coletiva com a Cedae.

Foi realizada nesta quinta (18/07), após insistentes cobranças dos sindicatos, mais uma reunião entre lideranças sindicais e os representante da Cedae. O encontro objetivou dar continuidade a negociação do ACT 2019/2020, bem como deliberar sobre outros temas importantes.

Referente ao salário a Companhia não apresentou nenhuma proposta de aumento, porém, propôs reajustar os salários de maneira semelhante ao praticado no PLR, ou seja, um plano de remuneração variável, onde o salário do trabalhador somente será reajustado mediante a sua performance no trabalho, plano que foi rejeitado de imediato pelos sindicatos.

Havia muita expectativa dos sindicatos e dos trabalhadores para que a Cedae reavaliasse as propostas oferecidas nas reuniões anteriores, evitando um possível dissídio coletivo, ainda assim, a Companhia além de não reavaliar, apresentou uma proposta que ao ver dos representantes dos trabalhadores, é extremamente desfavorável para categoria. Inclusive pelo fato da Cedae ser uma empresa superavitária, lucrando somente no último ano mais de 800 milhões através do trabalho duro de seus funcionários.

Outro tema importante discutido foi a mudança da escala de trabalho de 24x72 para 12x36. Apesar do Staecnon já ter conquistado juridicamente uma liminar para cessar a investida da empresa, esta tem ignorando e buscado meios para pressionar os trabalhadores a assinar o termo, inclusive com indícios de assédio moral. Na ocasião, foi solicitado pelos sindicatos o cessamento imediato da solicitação de mudança da escala e que os requerimentos assinados fossem revogados, inclusive solicitando a empresa que emita uma nota afirmando que não haverá mudança no regime de trabalho dos cedaeanos.

Os representantes dos trabalhadores também sugeriram que a escala de trabalho 24x72 seja discutida no CPRH, conforme rege a Cláusula 49ª parágrafo 3º do ACT vigente, onde qualquer mudança nesse regime de trabalho dependeria deste comitê para ser aprovada ou não, além da reativação do Comitê de Segurança do Trabalho em função dos graves acidentes ocorridos nos últimos meses.