Pelas Bases

Pelas Bases (11)

SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE TODO PAÍS PARARAM AS UNIDADES DE TRABALHO E ENGROSSARAM AS MANIFESTAÇÕES DA CLASSE TRABALHADORA CONVOCADAS PELA CUT E CENTRAIS SINDICAIS EM DEFESA DA PREVIDÊNCIA E EMPREGOS

 

Os trabalhadores e trabalhadoras do serviço público municipal pararam repartições, escolas, creches, unidades de saúde e demais estabelecimentos públicos para participar da greve geral em defesa das aposentadorias, contra a reforma da Previdência de Jair Bolsonaro (PSL), os cortes nos orçamentos da educação e pela geração de emprego e a defesa dos serviços públicos.

Em todo o Brasil os sindicatos da Confetam/CUT foram às ruas nesta sexta-feira (14) na grande greve geral convocada pela CUT e demais centrais sindicais, com apoio e adesão das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Na capital paulista, segundo o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Paulo, houve um forte engajamento da categoria. Pela manhã manifestações pararam o trabalho por horas no Serviço Funerário Municipal e no Centro de Controles de Zoonoses.

Pararam também os servidores das unidades da educação fundamental e infantil: escolas e creches não abriram as portas.

Na saúde, houve adesão das unidades básicas e manifestações em hospitais, como no Hospital do Campo Limpo, na zona sul.

O Sindsep também participou dos atos em diversas regiões como São Miguel Paulista e São Mateus junto com outros sindicatos e movimentos populares.

Na região do grande ABC, os servidores municipais de São Bernardo do Campo participaram das manifestações junto com metalúrgicos, químicos e professores. Em Santo André. o Sindserv se manifestou denunciando a reforma da Previdência. Em Diadema, o Sindema esteve à frente das manifestações na cidade junto com trabalhadores e trabalhadoras das diferentes categorias que pararam o serviço público.

No interior de São Paulo, os dirigentes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Presidente Prudente (SP), participaram das manifestações nas garagens das empresas de ônibus da cidade desde a madrugada.

No Ceará, a Federação dos Trabalhadores dos Municipais se mobilizou em suas bases engrossando as manifestações gerais dos trabalhadores.

Em Quixadá os servidores ocuparam a praça da cidade para barrar a reforma da Previdência.

No Rio Grande do Norte, os servidores públicos municipais de Baraúna (RN) protestaram contra a reforma da previdência e pela manutenção do Plano de Cargos, Carreira e Salários do Magistério. As atividades começaram com café da manhã na sede do sindicato da categoria, seguido de Assembleia Geral. De lá, os trabalhadores seguiram em manifestação até a Praça da Matriz, onde promoveram panfletagem, "Blitz Informativa" e quadrilha improvisada com o tema "Nenhum Direito a Menos".

Em Acari e Cruzeta se uniram aos trabalhadores rurais no ato que ocorreu no município, com concentração na Praça da Igreja Matriz, de onde os trabalhadores seguiram em passeata erguendo faixas e cartazes de protesto pelas ruas da cidade.

Os servidores públicos do município de Areia Branca protestaram no dia da greve geral e se manifestaram frente ao prédio do INSS, de onde seguiram em caminhada pela cidade para denunciar a tentativa do desgoverno Bolsonaro de acabar com a aposentadoria dos trabalhadores.

Na Paraíba em Nova Palmeira (PB), os servidores públicos municipais fortaleceram a manifestação em defesa da Previdência Social.

No Paraná, a Federação dos Servidores Públicos Municipais da CUT (Fessmuc), participou do ato realizado em Maringá (PR), na praça Raposo Tavares, junto com trabalhadores de diversas categorias profissionais.

Em Santa Catarina, a capital Florianópolis foi tomada por trabalhadores do serviço público que, liderados pelo Sintrasem, entraram em greve por tempo Indeterminado desde 11 de junho frente à intransigência do prefeito.

Em Chapecó, o Sintespm-chr marcou presença no ato da Greve Geral.

O Sindicato dos Servidores Públicos de Joinville realizou assembleia da campanha salarial e se manifestou contra a reforma da Previdência e depois participou das manifestações com demais sindicatos na cidade.

Em Minas Gerais os servidores públicos municipais de Timóteo e Coronel Fabriciano (MG) foram às ruas na Greve Geral. Em Timóteo, a concentração iniciou na agência da Previdência Social. Os manifestantes fecharam a garagem dos ônibus do transporte público e fizeram uma caminhada pelas principais ruas da cidade.

No Amapá os servidores municipais de Macapá mobilizaram os trabalhadores para parar as unidades de trabalho e participarem da manifestação da CUT e das centrais sindicais na Praça da Bandeira.

Com informações da Confetam e sindicatos.

  

Fonte: CUT

Edson Aparecido da Silva, assessor de saneamento da FNU e Percy Soares, da ABCON, participaram de entrevista à TV Gazeta (SP) e apresentaram seus pontos de vista com relação ao Projeto de Lei 3261/2019, que visa mudanças no marco legal do saneamento, e tramita no Congresso Nacional.

Como posições divergentes, Percy defendeu o PL. Edson se posicionou contrário e falou sobre o grande desafio atual do setor que é alcançar a universalização do acesso, que foi o proposto pela Lei 11.445/2007 e que agora o PL busca alterar.

 

Confira.
https://youtu.be/bKwo6-6YJbM 

Estiveram reunidas na tarde desta quarta-feira (22/05), na sede da Força Sindical, no Rio de Janeiro, todas as Centrais Sindicais, onde se fizerem presentes representantes da Nacional, Estadual, Intersindical, Nova Central, CUT, Força Sindical, MST - Frente Brasil Popular, MTST - Povo sem medo, CTB, CSP- Conlutas, CGTB, CSB, além de inúmeros sindicalistas, representantes de diversas categorias e entidades sindicais do Estado do Rio de Janeiro. Um encontro desta magnitude, foi considerado pelos participantes como um evento histórico, sobre o ponto de vista da unidade. Engajados nesta causa, os dois sindicatos que representam os trabalhadores no setor de saneamento também deram suas colaborações através da participação da diretora Tânia Nolasco (Staecnon) e do presidente Sérgio Araújo (Stipdaenit).

O tema em discussão foi pautado na paralisação que acontecerá no próximo dia 14 de junho, em uma greve geral, a partir das 00:01, uma luta contra o novo modelo de previdência que está sendo proposto pelo governo, contra a retirada de direitos, o corte na educação e o desmonte dos sindicatos. A reunião também abordou a organização do movimento que antecede a greve geral, proposto para o dia 30 de maio, com a paralisação dos trabalhadores e as trabalhadoras do Estado que estarão nas ruas com os estudantes que lutam para ter uma educação pública e de qualidade.

Alerta é do Ministério Público do Trabalho, que divulgou nota técnica sobre o tema. Segundo o MPT, norma do governo também contraria convenções internacionais

A Medida Provisória (MP) nº 873, sobre contribuições sindicais, fere a Constituição e configura "grave e vedada interferência e intervenção do Estado na organização sindical", afirma o Ministério Público do Trabalho (MPT), em nota técnica divulgada nesta terça-feira (14) pela Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis).

Segundo o vice-coordenador, o procurador Alberto Emiliano, a MP "impede que os sindicatos estabeleçam livremente em seus estatutos, ou negociem e regulem formas de financiamento e de desconto em acordos e convenções coletivas de trabalho".

A MP 873 foi editada pelo governo Bolsonaro em 1º de março, sexta-feira de carnaval. Com a mudança, considerada pelo movimento sindical uma tentativa de "asfixiar" financeiramente as entidades, as contribuições, além de autorização prévia, individual e por escrito, não podem ser descontadas via folha de pagamento, mas por boleto. Desde então, vários sindicatos recorreram à Justiça e têm conseguido decisões favoráveis.

Para o procurador, a medida traz "diversas restrições às fontes de custeio dos sindicatos, causa embaraço à liberdade sindical e ao próprio sustento dos sindicatos de trabalhadores, a quem cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais de toda a categoria, sendo obrigatória a sua participação nas negociações coletivas de trabalho". A nota técnica é assinada por ele e pelo coordenador nacional, João Hilário Valentim, que já havia manifestado posição crítica à iniciativa do governo.

Os procuradores sustentam ainda que a negociação coletiva e a liberdade sindical integram os quatro princípios da Declaração da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho. São itens básicos para a consolidação do conceito de trabalho decente. "Os trabalhadores abrangidos pela negociação coletiva devem participar do financiamento desse processo, sob pena de inviabilizar e fragilizar a atuação sindical, bem como desincentivar novas filiações", afirmam.

Para eles, a regra imposta do boleto bancário "tem o potencial de inviabilizar a atuação sindical", fragilizando o sistema de financiamento das entidades, "cuja missão é coletiva e não individual". E também contraria a Constituição, que no artigo 8º autoriza o desconto em folha.

A nota conclui que a MP "não pode prevalecer ante a sua flagrante inconstitucionalidade e inconvencionalidade".

Enquanto isso, a MP 873 segue empacada no Congresso. Uma reunião da comissão mista responsável por apreciar a medida, marcada para hoje, foi adiada. Seriam eleitos presidente e vice do colegiado.

Fonte: CUT

Nas redes sociais, Bolsonaro anunciou que vai reduzir custos para as empresas, modernizando e desburocratizando as NRs. Só esqueceu que as normas protegem trabalhadores de acidentes graves e até fatais

Usando o velho argumento dos altos custos do emprego no Brasil, o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL) anunciou, nesta segunda-feira (13), que vai reduzir em 90% as Normas Regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho.

“Há custos absurdos [para as empresas] em função de uma normatização absolutamente bizantina, anacrônica e hostil”, disse Bolsonaro ao fazer a promessa de acabar com as NRs nas redes sociais.

Segundo ele, o pacote de revisão que deve ser entregue em junho, vai modernizar as normas, simplificar e desburocratizar as regras atuais, agilizando a geração de empregos. "O governo Federal moderniza as normas de saúde, simplificando, desburocratizando, dando agilidade ao processo de utilização de maquinários, atendimento à população e geração de empregos", justificou em seu perfil no Twitter.

A primeira norma a ser revista, segundo o secretário-especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, que foi relator e maior defensor da reforma Trabalhista do ilegitimo Michel Temer (MDB) e por isso mesmo não se reelegeu deputado, será a NR-12 - que trata da regulamentação de maquinário, abrangendo desde padarias até fornos siderúrgicos.

O anúncio já preocupa o Ministério do Público do Trabalho (MPT), médicos que atuam na área e o ex-ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho que sabem da importância da maioria dessas normas para a saúde e a segurança do trabalhador e da trabalhadora que, mesmo com as normas continuam sofrendo acidentes graves, fatais e incapacitantes nos ambientes de trabalho.

O procurador Leonardo Osório Mendonça, coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho do MPT disse à Folha que não vê como o governo pode acabar com tantas normas e continuar garantindo a proteção dos trabalhadores e trabalhadoras. “Não vejo como cortar em 90% e não ter redução da proteção dos trabalhadores. Temos que aguardar o governo apresentar as propostas, mas com preocupação”.

Marinho também vê a medida com preocupação, especialmente porque Bolsonaro não demonstra qualquer interesse em atuar para melhorar as condições de vida da classe trabalhadora do país. “Muito pelo contrário, tudo ele fez até agora foi contra os trabalhadores e trabalhadoras”, diz o ex-ministro e atual presidente do PT Estadual em São Paulo.

“Ele ignora os mais de 13 milhões de desempregados, os desalentados e os subempregados. Não tem uma proposta para gerar emprego e renda. Só encaminha medidas que prejudicam os trabalhadores e trabalhadoras, como a reforma da Previdência, que vai acabar com a aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras, em especial os mais pobres e os rurais; e o fim do pagamento do abono do PIS/Pasep para quem ganha mais de um mínimo", critica Marinho.

"E agora, mais essa", prossegue Marinho, "o extermínio de 90% das NRs. Essa medida pode colocar em risco a vida de milhares de trabalhadores”.

O médico do Trabalho, Paulo Kaufmann, disse a repórter Cláudia Motta, da RBA, que é incrível a capacidade desse governo de buscar medidas que seriam polêmicas, se não fossem trágicas e lembrou que o Brasil segue campeão de acidentes de trabalhos.

“Os acidentes com máquinas continuam amputando mãos, dedos, ceifando vidas. Se diminuir ainda mais a abrangência e exigência será um desastre, é estímulo ao crime, a garantir mais produtividade, mais lucro a custa, literalmente, do sangue, da carne dos trabalhadores.”

Amputações, esmagamentos e mortes

O médico explica que as NRs são regulamentadas por decreto e nem precisam passar pelo Congresso Nacional. São normas que regulamentam artigos da CLT, criadas pela portaria 3.214 de 1978.

Kaufmann comenta a menção de Bolsonaro à NR 12, como a primeira a ser revista. “Essa NR, por exemplo, sempre sofreu críticas de setores empresarias, desde seu nascedouro. Como ela é bastante exigente, algumas das regras seriam, segundo eles, custosas e inviabilizariam a produção em algumas indústrias”, explica. “Mas o fato é que, com a quantidade de acidentes, amputações, esmagamentos, mortes eram necessárias regras mais rígidas. Se a NR12 poderia merecer alguma flexibilização, não parece ser o sentido geral de mais essa ameaça do presidente.”

O médico prevê que o governo comprará uma briga com setores técnicos, auditores, com o movimento sindical. E lembra que, por trás dessa fala de Bolsonaro, há todo o desmanche, a falta de recursos nas estruturas do governo e a crítica expressa à própria fiscalização da segurança do trabalho. “Há uma série de ações que começaram no governo anterior, como a reforma trabalhista, e agora a MP que exige boleto individual para pagamento aos sindicatos. Na prática extingue os sindicatos com sua capacidade de pressão, negociação, e de contratar e financiar ações de mobilização, estudos para negociação e convenções coletivas”, critica.

“E ali do outro lado, o INSS concedendo cada vez menos auxílio-doença, não promovendo reabilitação, devolvendo aleijados para que se virem nesse mar de desempregados. Ou seja, a saúde do indivíduo, desassistido, irá deteriorar mais ainda. Esperamos que os trabalhadores percebam quão graves estão sendo essas ações desse governo”

Para lidar com esse quadro, Kaufmann sugere estudar item por item e fazer diferente do que foi feito nos últimos anos. “Temos de sair das mesas de negociação e voltar finalmente para os locais de trabalho, conversar com a base de trabalhadores”, afirma. “Revalorizar as Cipas (Comissões Internas de Prevenção a Acidentes) e mobilizar de baixo para cima. Um novo sindicalismo que reaja a essas ações e reverta o máximo possível para que possamos voltar a representar mais os direitos e interesses e necessidades dos trabalhadores.”

Fonte: CUT

Os privatistas tentam a todo momento convencer a população que Governos não devem ter empresas. E isso é uma verdade, não deve e não tem! Nenhuma empresa estatal é de qualquer governo. Todas são parte do patrimônio do Estado brasileiro, são bens construídos com o dinheiro público, integrantes do conjunto de riqueza do país.Portanto é descabida, quando não criminosa, que uma camarilha de integrantes de partidos políticos, cujo único objetivo é o lucro fácil, tente entregar as riquezas nacionais a qualquer custo. As negociatas dos bens da nação com grandes operadores do mercado internacional despreza toda história de luta para construção da nação brasileira.

A recente liminar do Min.Ricardo Lewandowski do STF determinando que passe pelo Congresso qualquer projeto de privatização, para o exame das condições e razões, a necessária publicidade ao país e a consequente autorização, ou não, por parte daqueles que pensamos serem os ditos representantes da sociedade e dos interesses coletivos, coloca uma importante barreira neste processo de negociatas nos porões da capital federal. Em um momento em que as empresas estatais brasileiras sofrem o maior ataque desde a época de FHC, governo que entregou empresas estratégicas a sanha do capital internacional, assistimos quase que imóveis nos últimos dois anos o esquartejamento da Petrobrás. O desgoverno de Temer segue tentando a qualquer custo privatizar a Eletrobrás. A luta de seus trabalhadores têm sido incansável e provavelmente contribuiu para que o Min. Lewandowski concedece liminar impedindo a venda direta de nossas empresas sem que os brasileiros conheçam as verdadeiras razões e quais critérios são usados pelos imorais ocupantes do poder em Brasília para as sucessivas vendas de ativos, com a esfarrapada desculpa política de venda para pagamento dívidas.

No Rio de Janeiro assistimos também, igual ataque ao patrimônio público, com a tentativa de privatização da Cedae, companhia responsável pelo abastecimento de água de mais de 11 milhões de pessoas. De maneira mais desavergonhada, onde o submisso governo estadual, mergulhado em dívidas e uma aguda crise financeira, segue chantageado pela mesma camarilha de Brasília, com um diferencial, seus principais aliados/cúmplices já estão presos, acusados de diversos crimes, o que por si só deveria invalidar qualquer ação parlamentar que resultasse em prejuízos para população. Também em consequência de uma.liminar do STF, no caso do Min. Roberto Barroso, a Cedae segue Pública e Estatal a serviço dos interesses coletivos do povo do RJ.

O processo eleitoral se aproxima e se você é verdadeiramente patriota apoiará quem luta com você contra as privatizações e a entrega de nossas empresas ao capital internacional.

Nossas empresas publicas geram empregos, renda e produzem tecnologia para o desenvolvimento de nossa nação.

Seguimos juntos na luta.

Lutar não é crime!

AryGirota

Saudar um novo ano é sempre um privilégio, ainda mais quando se pode olhar para trás e reavaliar o caminho que nos conduziu até o presente. Muitos foram os desafios, tanto no âmbito pessoal como no coletivo, eu diria que foram enfrentamentos (alguns deles), sem precedentes. O ano de 2016 me permitiu ver, através das pequenas coisas, como sou agraciado e com isso, tenho analisado com cuidado, de maneira holística, todas as ações que no decorrer do findado ano, foram executadas, e chego à conclusão de que, muitas delas eu poderia ter feito diferente. Porém, se errei, foi na intensão de querer acertar, reconheço que foi um ano para aprender e se reinventar, hoje, é possível ver com mais clareza. 
O ano que se inicia é uma página virada, novas oportunidades nos serão confiadas, e as experiência vivenciadas no ano anterior, servirá para podermos escrever uma nova história. Penso que, apesar de ser um novo ano, 2017 será uma continuidade, e é fato que 2016 foi um ano atípico, o mundo presenciou uma avalanche de eventos, que sem sombra de dúvidas afetaram a humanidade, seja no âmbito político, social e cultural, como também no meio econômico. 
Em uma breve retrospectiva, é possível fazer um apanhado das principais questões onde no início do ano, após as eleições federais, o Brasil presenciou às investigações da Lava Jato, que vitimou à prisão importantes nomes do cenário político, dentre eles, o ex-governador Sérgio Cabral. Com desfecho crítico para o PT, a nação brasileira assistiu o impeachment da Presidente Dilma Rousseff e as acusações contra o ex-presidente Lula. 
Presenciamos o afundamento do país, emergido em uma crise sem precedentes, com estados endividados desencadeando um alto índice de desemprego. Em meio a tudo isso, o Rio de Janeiro sediou um dos maiores eventos mundiais, a Olimpíadas, que por falta de uma gestão responsável, ajudou afundar ainda mais o estado. Tantas foram as questões, que o evento quase passou desapercebido. Sem falar no cenário mundial, onde  assistimos, após 50 anos, o fim do embargo econômico entre Cuba e Estados Unidos e a vitória de Donald Tump como presidente do pais americano, aliás, contrariando muitas projeções. 
As pessoas andam tão envolvidas com o dinamismo da informação imposta por uma mídia desconceituada, que passou transformar questões relevantes em meras banalidades e com isso, o que é importante tem ficado no esquecimento, é o caso da tragédia de Mariana, onde muitas vidas foram ceifadas; a epidemia de Zika e Chikungunya; o terremoto no Equador; os atentados que vitimaram centenas de pessoas, além dos vários acidente aéreos. É necessários rever nossas verdadeiras prioridades.
Em meio a este cenário, o Staecnon-RJ esteve atuando, cumprindo seu papel, trabalhando pela categoria, atuando e debatendo sobre questões importantes para o interesse do trabalhador, como a tensa negociação sobre Participação nos Lucros e Resultados para os funcionários da Cedae; a realização do 1º Seminário Nacional de Saneamento e do Coletivo Nacional de Saneamento, com a participação de grandes lideranças sindicais representando vários estados do Brasil; a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho para os funcionários da CEDAE, Águas do Paraíba e Odebrecht. Realizamos a eleição para escolher a nova diretoria do sindicato para o próximo quadriênio, com resultado positivo para chapa 01; e elegemos dois representantes para o conselho deliberativo da CAC.
Contra a privatização, o Staecnon-RJ lutou ativamente, em parceria com outros sindicatos, através de manifestações de grande repercussão, onde contamos com a presença dos companheiros do interior em quase sua totalidade; nos fizemos presente junto à ALERJ, formando parcerias e neutralizando as PEC ‘s abusivas que visavam jogar por terra inúmeras conquistas já garantidas. Fortalecemos o departamento Jurídico e buscamos percorremos as bases, aproximando os trabalhadores e estreitando a distância com o sindicato.
Não poderíamos deixar de mencionar as irreparáveis baixas, companheiros que caminharam conosco e que se foram, ficando eternizados em nossa memória. Também é verdade que tivemos muitas alegrias, exprimidas por meio de eventos anuais que ocorreram na sede do nosso sindicato tais como o Dia do Trabalhador e a festa realizada para nossos associados aposentados. 
Externo aqui, o meu muito obrigado a todos os companheiros, certo de que em 2017, continuaremos juntos, construindo parcerias pautadas na confiança mutua e crescente, vencendo os desafios com sabedoria e união.
 
João Marcos Andrade da Silva
Presidente do Staecnon

Saudar um novo ano é sempre um privilégio, ainda mais quando se pode olhar para trás e reavaliar o caminho que nos conduziu até o presente. Muitos foram os desafios, tanto no âmbito pessoal como no coletivo, eu diria que foram enfrentamentos (alguns deles), sem precedentes. O ano de 2016 me permitiu ver, através das pequenas coisas, como sou agraciado e com isso, tenho analisado com cuidado, de maneira holística, todas as ações que no decorrer do findado ano, foram executadas, e chego à conclusão de que, muitas delas eu poderia ter feito diferente. Porém, se errei, foi na intensão de querer acertar, reconheço que foi um ano para aprender e se reinventar, hoje, é possível ver com mais clareza.

O ano que se inicia é uma página virada, novas oportunidades nos serão confiadas, e as experiência vivenciadas no ano anterior, servirá para podermos escrever uma nova história. Penso que, apesar de ser um novo ano, 2017 será uma continuidade, e é fato que 2016 foi um ano atípico, o mundo presenciou uma avalanche de eventos, que sem sombra de dúvidas afetaram a humanidade, seja no âmbito político, social, cultural e econômico.

Em uma breve retrospectiva, é possível fazer um apanhado das principais questões onde no início do ano, após as eleições federais, o Brasil presenciou às investigações da Lava Jato, que vitimou à prisão importantes nomes do cenário político, dentre eles, o ex-governador Sérgio Cabral. Com desfecho crítico para o PT, a nação brasileira assistiu o impeachment da Presidente Dilma Rousseff e as acusações contra o ex-presidente Lula.

Presenciamos o afundamento do país, emergido em uma crise sem precedentes, com estados endividados desencadeando um alto índice de desemprego. Em meio a tudo isso, o Rio de Janeiro sediou um dos maiores eventos mundiais, a Olimpíadas, que por falta de uma gestão responsável, ajudou afundar ainda mais o estado. Tantas foram as questões, que o evento quase passou desapercebido. Sem falar no cenário mundial, onde  assistimos, após 50 anos, o fim do embargo econômico entre Cuba e Estados Unidos e a vitória de Donald Tump como presidente do pais americano.

As pessoas andam tão envolvidas com o dinamismo da informação imposta por uma mídia desconceituada, que passou transformar questões relevantes em meras banalidades e com isso, o que é importante tem ficado no esquecimento, é o caso da tragédia de Mariana, onde muitas vidas foram ceifadas; a epidemia de Zika e Chikungunya; o terremoto no Equador; os atentados que vitimaram centenas de pessoas, além dos vários acidente aéreos. É necessários rever nossas verdadeiras prioridades.

Em meio a este cenário, o Staecnon-RJ esteve atuando, cumprindo seu papel, trabalhando pela categoria, atuando e debatendo sobre questões importantes para o interesse do trabalhador, como a tensa negociação sobre Participação no Lucros e Resultados; a realização do 1º Seminário Nacional de Saneamento e do Coletivo Nacional de Saneamento, com a participação de grandes lideranças sindicais representando vários estados do Brasil; a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho para os funcionários da CEDAE, Águas do Paraíba e Odebrecht. Realizamos a eleição para escolher a nova diretoria do sindicato para o próximo quadriênio, com resultado positivo para chapa 01; e elegemos dois representantes para o conselho deliberativo da CAC.

Contra a privatização, o Staecnon-RJ lutou ativamente, em parceria com outros sindicatos, através de manifestações de grande repercussão, onde contamos com a presença dos companheiros do interior em quase sua totalidade, nos fizemos presente junto à ALERJ, formando parcerias e neutralizando as PEC ‘s abusivas que visavam jogar por terra inúmeras conquistas já garantidas. Fortalecemos o departamento Jurídico e buscamos percorremos as bases, aproximando os trabalhadores e estreitando a distância com o sindicato.

Não poderíamos deixar de mencionar as irreparáveis baixas, companheiros que caminharam conosco e que se foram, ficando eternizados em nossa memória. Também é verdade que tivemos muitas alegrias, exprimidas por meio de eventos anuais que ocorreram na sede do sindicato como o Dia do Trabalhador e a festa realizadas para nossos associados aposentados.

Externo aqui o meu muito obrigado a todos os companheiros, certo de que em 2017, continuaremos juntos, construindo parcerias pautadas na confiança mutua e crescente, vencendo os desafios com sabedoria e união.

 

João Marcos Andrade da Silva
Presidente do Staecnon

    

O Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento - Staecnon/RJ, através de seu presidente Joao Marcos Andrade da Silva, vem percorrendo à região assistida pelo sindicato, cumprindo o seu papel de aproximação com os associados, informando e mobilizando os trabalhadores para luta. 

Na manhã desta quinta (19/01), João Marcos esteve reunido com o Presidente da Câmara de Vereadores de São João da Barra, Aluisio Siqueira, que na ocasião reafirmou o seu apoio à causa cedaeana e à continuidade do saneamento público.

O Presidente do sindicato, além de se reunir com o Vereador Aluisio Siqueira, se reuniu também com os trabalhadores da Cedae sanjoanense no setor comercial e administrativo (Casarão) e na estação de tratamento (ETA).

Com o objetivo de buscar maior aproximação entre os associados, a nossa diretoria do sindicato, retoma as atividades esportivas fazendo com que a categoria se una ainda mais. O presidente João Marcos, reuniu na noite da última quinta (01/12), um grupo de Cedaeanos, na quadra poliesportiva, localizada na sede do sindicato, onde foi inaugurada uma nova temporada, e para tanto, deu a sua contribuição, mostrando "todo o talento oculto" em quadra, ao compor um dos times. Sem falar nos demais, uma rapaziada que carregam "excesso de bagagem".

ATENÇÃO PESSOAL, PRECISAMOS DE REFORÇO!

"O projeto tem como objetivo, motivar e unir ainda mais nossa categoria. Pretendemos ampliar a iniciativa para nossas bases. - Disse o presidente João Marcos.
Terça, 29 Novembro 2016 09:19

Sindicato se reúne com trabalhadores em Miracema

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MIRACEMA29 08 16 3

O presidente João Marcos conversa com trabalhadores e busca conhecer as carências do dia a dia, o fato se deu no último dia 16/08, no Município de Miracema-RJ. Aproximação do sindicato nas bases já está sendo apreciada pela categoria.